O mal do jeitinho brasileiro, a verdadeira face do homem cordial.

A cara do Brasil

O Brasil tem tantos problemas sociais sem solução e os poucos projetos existentes não alcançam o "sucesso almejado", ao debater essas questões surge novas como a relação do "Homem cordial" (Sergio B. de Holanda) com o "jeitinho brasileiro". Neste texto proponho refletirmos o comportamento do brasileiro e seus prejuízos, para que os projetos de governo futuros venham tratar esse mal.

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Você já deve ter se deparado com a seguinte cena "na faixa o pedestre tenta atravessar a faixa de pedestre com os carros passando normalmente como se o pedestre não estivesse lá tentado, mesmo sinalizando a situação não muda". Em um primeiro momento aparenta ser a simples desatenção dos motoristas, mas com um olhar mais atento a reação deles ao ver o pedestre a margem da pista aguardando para atravessá-la fica clara a percepção da ideia de "jeitinho brasileiro", automaticamente esse motorista acelera e afirma para si que vai ser "rapidinho, nem vai custar nada para o outro esperar mais um pouco. Comportamentos comuns e fáceis de serem detectados nos cidadãos e governantes, o país consegue manter maus-hábitos tão antigos como a fundação do próprio como o coronelismo muito usado na colonização.

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O uso do trafico de influência em uma abordagem policial é super comum, e o uso do status social para passar na frente ou usar de força para se promover é algo terrível para a vida em sociedade e acontece no Brasil e a repreensão é quase inexistente. Se queremos ver o país se desenvolver em todos os âmbitos, inclusive o econômico, devemos rever o que é considerável saudável e o que é destrutivo, pois ao minimizamos os atos justificamos essas atitudes como certas e não vícios sociais ("se me vizinho fez, vou fazer também"). Os vícios são ruins, ainda mais quando afeta as pessoas ao redor do viciado, que não usam, mas sofre a consequência do tal, é inaceitável esse comportamento e para combate-lo devemos cobrar e coibir, exercer nossa cidadania é o melhor antidoto.

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